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A morte da morte

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Jesus disse aos seus discípulos, "Eu vou ressuscitar no terceiro dia." Ele disse isso em Marcos 8, novamente em Marcos 9, e de novo em Marcos 10.  Dada essa repetição, algo curioso acontece. No terceiro dia após a morte de Jesus, não há nenhum discípulo masculino por lá; as mulheres aparecem, mas trazem especiarias e perfumes caros com os quais um cadáver era usualmente ungido. Ninguém espera uma ressurreição. Se você fosse Marcos, o escritor do Evangelho, tentando escrever um trabalho de ficção, e você tem Jesus dizendo repetidamente aos seus discípulos que ele ressuscitaria no terceiro dia, você não teria pelo menos um discípulo pensando sobre isso e falando para os outros, "Ei, é o terceiro dia. Talvez devêssemos ir dar uma olhada no túmulo de Jesus. Que mal há?" Isso seria razoável. Mas ninguém disse nada disso. Na verdade, eles não esperavam nenhuma ressurreição. Não lhes ocorreu. O anjo em frente ao túmulo teve que lembrar as mulheres: "Vocês...

Morri por ti, que fazes tu por mim?

“Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2Coríntios 5.15–16) Esta semana comemoramos a páscoa. É uma semana especial para os verdadeiros cristãos. Afinal, é a semana que nos lembramos ainda mais da morte e da ressurreição de Cristo. Somos lembrados que merecíamos a morte eterna, mas Cristo se ofereceu em nosso lugar para nos dar a salvação. É quando a imagem da morte de Cristo por nós se torna mais vívida em nossa mente e nos faz lembrar do seu grande amor. Esse amor demostrado por nós na cruz não aconteceu para vivermos para nós mesmos, mas para viver para Deus. A páscoa não é momento de focarmos nossas atenções em outras coisas, mas em Cristo. É momento de refletirmos o quanto temos sido gratos pelo sacrifício de Cristo por nós. Certa vez uma jovem chamada Frances Havergal, visitando um museu de artes em Dusseldorf, na Alemanha, viu um quadro de Sternberg que a deixou profundamente comovid...

Não se esqueça da ressurreição

Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Mt 28.6 Quando falamos de Cristo e de sua obra, um dos pontos centrais é sua ressurreição. Não é sem motivo que os primeiros sermões pregados em Atos, os apóstolos mencionem a ressurreição como fazendo parte da obra de Cristo. Na verdade, podemos perceber que a ressurreição é central a nossa fé, pois a cruz sem a ressurreição não existe salvação. Negar a ressurreição é negar a nossa fé por completo. Não apenas um ponto da nossa teologia, mas ela faz parte da base de nossa fé. Negar a ressurreição é negar ao Pai, à Cristo e ao Espírito Santo. Mas não devemos esquecer que negligenciar esta doutrina também é um erro. E muitas vezes podemos negligenciar quando damos valor aquilo que não tem valor como “os símbolos da páscoa” Na páscoa são usados alguns símbolos que falam de esperança e nascimento. Entre eles está o coelho e o ovo de chocolate. Por mais que tentem ser bem intencionados e criem as mais variadas “desculpas” para este...